Socorro! Meu cabelo está um horror!

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Ao terminar de responder a minha linda amiga Brux, eu resolvi pegar a conversa, editar e deixar aqui para gerações futuras umas dicas bem batutas de como eu faço para que o cabelo volte para – e fique em – um estado saudável. Então, senta que lá vem a história porque este é um post longo. E sem imagens.

1) A anatomia do fio de cabelo

Vamos combinar uma coisa muito importante: cabelo que está do lado de fora da cabeça é material orgânico morto. Dói quando puxamos um fio porque o bulbo capilar está dentro de um folículo piloso que foi formado por uma reentrância da pele. E a pele é o maior órgão do corpo. Se a pele não tivesse receptores nervosos para dor, estaríamos perdidos.

O cabelo é dividido entre cutícula, medula e córtex. A cutícula é a camada externa do fio e exerce uma função de proteção ao córtex. O córtex contém o que é chamado de massa do fio e é também onde está a cor do cabelo. Nem todo fio tem medula. Normalmente os fios de cabelo mais espessos o possuem e ela não tem uma função exata. Além disso, o fio é composto 80% de proteínas (sendo a queratina a principal), 12% de água e o restante de lipídio.

Dito isso, por que diabos o cabelo resseca, fica feio, parece uma vassoura de piaçava?
A alimentação ajuda no crescimento que acontece dentro do folículo piloso: as células novas crescem e empurram a ponta do fio cada vez mais para longe do couro cabeludo.
AGORA aquela ponta e fio que quebram pela metade não é a alimentação que ajuda. Necessita-se de outros meios de alimentação. As alterações das propriedades naturais do fio – volume, coloração e curvatura –  a ação de elementos externos – raios solares, radicais livres – e danos de tração e calor auxiliam na perda de nutrientes através da cutícula com dano.

E aposto que você não sabe que quando o cabelo está molhado que acontece a grande maioria dos danos de tração. O fio expande quando em contato com a água porque perde suas ligações salinas facilitando a elasticidade. É por isso que você deve ter muito mais cuidado ao pentear seu cabelo molhado.

E tem outra coisa que precisamos combinar já: não existe reparo de ponta dupla. Tem produto que repara unha quebrada? Não. Cabelo e unha são materiais orgânicos mortos e feitos principalmente de queratina. Somente o cabeleireiro com a vitamina T consegue remover as pontas duplas. T de tesoura.

Pense nisso.

2) Calendário Capilar

Um grande eu-acho-da-vida meu é quem criou esse calendário ou cronograma capilar. Nunca achei uma bibliografia sobre isso em inglês, mas já notei que ele é um costume bem brasileiro. Existe o calendário capilar normal que você pesquisa no Google que tem um putalhão de posts pela internet a fora, tem um cabeleireiro brasileiro, o Marlon Bruno, que desenvolveu o cronograma capilar brasileiro, tem o que eu gosto de usar. Não é uma ciência escrita em pedra.

O calendário capilar é uma maneira de você entregar para seu fio de cabelo aqueles nutrientes que ele precisa para se manter saudável. E o mais legal: você pode fazer isso em casa. O calendário consiste que você compre máscaras de hidratação, nutrição e reconstrução e que elas sejam usadas num determinado padrão. Eu, por um processo de memória curta, uso sempre Hidratação no domingo, Nutrição na terça, Reconstrução na quinta religiosamente. Mas o que mais se encontra como oficial é:

Segunda Quarta Sexta
Primeira Semana Hidratação Hidratação Nutrição
Segunda Semana Hidratação Hidratação Nutrição
Terceira Semana Hidratação Hidratação Reconstrução
Quarta Semana Hidratação Hidratação Nutrição

Hidratação é a reposição de água, nutrição é a reposição de lipídios e a reconstrução é a reposição de proteínas. Isso significa que em um mês o cabelo estará lindo, loiro e maravilhoso? Não! É a repetição do cronograma e a dedicação do usuário que leva ao sucesso. Além disso, cada cabelo é um cabelo e cada pessoa trata o seu cabelo de maneiras diferentes. O percentual de dano também deve ser levado em consideração aqui. E o grande lance é você saber se a máscara que você comprou realmente desempenha a função descrita na embalagem:

  • Hidratação: contém vitaminas A e E, glicerina, álcoois modificados (cetyl e cetearyl alcohol), extratos botânicos, pathenol, essa galera toda.
  • Nutrição: contém óleos, manteigas e ceramidas.
  • Reconstrução: contém queratina, aminoácidos (cisteína, arginina, lisina por exemplo) e colágeno.

É interessante que esses componentes que dão a funcionalidade da máscara estejam entre os cinco primeiros componentes da fórmula da sua máscara. Não adianta sua máscara ter mais fragrância do que o ativo que ela reivindica que tem! Dito isso, as máscaras que eu uso no meu calendário é:

  • Qualquer máscara de hidratação unido a um tônico.
  • Oro Argan da Bioderm (o pote branco ou o pote verde) para nutrição. Além dessa, descobri que a fórmula da máscara de óleo de argan da Yenzah é excelente e tenho engatilhada a Deep Treatment Masque da Shea Moisture para testes.
  • Elseve Arginine Resist 3x para reconstrução, mas quero testar a máscara de queratina da Vizkaya.

Super aceito sugestões de outras máscaras.

3) Dinâmica do Banho

Pergunta da Brux:

Isso envolve passar 1h no chuveiro?

Não! Mas muda tua dinâmica do banho:

  1. Entrar no banho e lavar o cabelo com shampoo
  2. Remover o excesso de água do cabelo apertando-o com as mãos e aplicar a máscara do dia
  3. Fazer toda a rotina do banho: sabonete no corpo, no rosto, esfoliante…
  4. Remover a máscara.
  5. Aplicar condicionador, espalhar no fio e já remover

Compra uma espátula de plástico e utilize-a pra tirar o creme do pote. Não use os dedos porque contamina o creme. Lembra que a mãe dizia que ia estragar o leite condensado porque a gente tomava direto da lata? Ela estava certa, só que o leite condensado acabava antes dele estragar. Há gente que advogue que os potes não deveriam ficar no banheiro por conta da diferença de temperatura que acontece. Eu sinceramente acho que essa diferença de temperatura não é o suficiente para fazer com que uma máscara de cabelo altere sua composição. Confio o suficiente no químico que formulou a máscara colocou algum estabilizante para essa situação e confio no fechamento da embalagem.

Como cada pessoa tem uma quantidade de cabelo diferente e diferentes comprimentos, não existe uma medida universal de quanto usar de produto. No entanto, é necessário somente o suficiente que você sinta que todos os fios estão enluvados por produto, mas não fica pingando. A máscara deve ser aplicada apenas no comprimento, a parte com a qual fazemos o rabo de cavalo. Não é que não possa aplicar na raiz, mas a oleosidade do couro cabeludo já cuida dessa parte do fio. Se o creme não for removido propriamente, os resíduos associados à oleosidade natural formam o “cabelo sujo” mais rapidamente. Aí a culpa é da máscara que é ruim. #sqn

Hoje, a tecnologia em cosméticos é tão avançada que você não precisa ficar trinta minutos com o creme no cabelo e também não há a necessidade de ficar massageando os fios durante sei eu quanto tempo antes do tempo de pausa. No entanto, é sempre indicado ler o modo de usar da sua máscara! Lá tem tempo de pausa, se você pode combinar a máscara com algum outro ativo (tônicos, óleos). Lembra: alguém treinado estudou as melhores medidas para os ingredientes e escreveu o modo de usar daquele produto específico! Leia sempre.

4) Reposição de Massa no Salão e Corte de pontas

Essa é a parte capciosa do processo: achar um salão de confiança que apenas vai fazer uma reposição de massa no seu fio. Por mais incrível que pareça, o nome correto deste procedimento é selagem ou cauterização, mas todo mundo sabe que isso, num salão, é sinônimo de escova progressiva. Procedimento de reposição de massa do fio nunca deve vir acompanhada de redução de volume! NUNCA! Se o cabeleireiro te disser isso, repense seus conceitos e troque de cabeleireiro. Eu sei que a Redken tem linhas profissionais para cauterização a frio para diversos tipos de cabelo. Se você conhece um salão que trabalhe com a marca, você pode pedir exatamente este procedimento: cauterização a frio.

Caso contrário, dá pra fazer uma cauterização a frio em casa com queratina. A minha favorita é a Max Keratin D da Embelezze e deve ser usado exatamente como manda o modo de usar. Queratina demais endurece o fio e ele acaba quebrando com mais facilidade. Além disso, está escrito na embalagem da Max Keratin que não deve-se usar calor! Já vi tanta gente usar chapinha no cabelo embebido disso… Nem sei a quebra química que pode ocorrer.

Também pode-se usar os sprays de queratina, mas eles, normalmente, vem diluidos e, por isso, pode-se usar de acordo com a frequência dita no modo de usar. Tem a Queratina Real da Charis Professional que um grande achado meu. Eu tinha um da Niely em casa e achei boa. Já usei da Keramax e também achei boa.

Existe um novo método de corte de pontas chamado corte bordado. A ideia é cortar as pontas em toda a extensão do fio. Eu tenho cortado meu cabelo utilizando esse método e considero mais efetivo do que somente cortar as pontas somente no comprimento e a sensação é de cabelo sem pontas duplas.

Ufa! Acabou! Mas, mesmo assim, se você ficou com preguiça, sempre pode ir a um cabeleireiro para fazer esses serviços de recuperação de fios e fazer seu corte bordado com segurança.

Minha experiência comprando bases com o Color IQ da Sephora

Em julho de 2012, a Sephora americana em parceria com a Pantone lançaram o Color IQ: uma maneira de descobrir qual é a sua exata cor de base.

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Color IQ Device (foto retirada do site da Sephora)

Através de um leitor de pele, que parece a cria de um GPS daqueles grandões com um leitor de código de barra, a atendente da Sephora mede testa, bochecha e pescoço. O site da Sephora fala que o aparelho realiza essa captura em absoluto escuro alegando “eliminar diversas variáveis que normalmente distorcem a seleção da cor”. Qual é a diferença que isso faz nas amostragens e no cálculo no algoritmo? Não sei dizer.

Enfim.

O Instituto Pantone fez uma medição em milhares de pessoas (não achei mais dados estatísticos além desse) para mapear as cores de pele existentes e eles chegaram num número mágico de 110 cores Pantone chamadas de Color IQ (rá!). E cada cor identifica o tom e subtom da pele.

O aparelho faz um cálculo com as três medições tiradas e atribui um número Color IQ para você. Todas as bases da Sephora foram também avaliadas e transformadas nessas mesmas cores Pantone. Dessa forma, com o seu número em mãos, você tem acesso a todas as bases que tem exatamente a mesma cor que você.

Interessante, né?

Claro que, como uma péssima pessoa que sou, não tirei fotos da minha medição, mas a Cinthia do MakeUp Atelier é uma pessoa melhor que eu, tirou fotos, fez vídeo e vocês podem conferir tudo no post dela.

Mas: não dói, não esquenta, não esfria, não faz nada. 😛

A bolotinha da parte de cima do aparelho encosta na sua pele e a atendente tira fotos apertando botões. Depois das fotos tiradas, a gente aguarda o cálculo e você tem o seu número. A atendente pede o seu email e envia seu número junto com diversas sugestões de base baseadas apenas na numeração Pantone.

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Eu fiz a minha medição dia 07/11/2013. 🙂

Eu sou 3Y07. Além disso, se você é uma Beauty Insider, você pode colocar a cor nos seus dados e ter acesso mais fácil e rápido à sua cor e às bases correspondentes.

E o que isso quer dizer? Quer dizer que, se eu for no site da Sephora comprar bases, clicar no banner de Try Color IQ, informar minha cor, eu saberei exatamente quais são as bases que correspondem àquela cor! E eu ainda posso escolher de acordo com meu tipo de pele, tipo de finalização, marcas preferidas, formulação, tipos de ingredientes… É muito amor.

Uma grande, mas grande pena, que eles não fizeram isso com os corretivos.

E ainda: você não precisa ir até os Estados Unidos pra saber a sua Color IQ! Se você tem uma das bases que é vendida na Sephora que fecha direitinho com seu tom de pele, é só colocar no site. O site oferece para você visualizar bases que são mais claras e mais escuras que o seu tom. Fica mais fácil de escolher tons de base para o verão.

Mas, para variar, já era na perna final da minha viagem e eu já estava sem dinheiro.

Aí, chegou março, mês do meu aniversário, e o presentinho de aniversário da Sephora estava muito bom, a mãe da minha melhor amiga estava indo visitá-la, perguntei se ela poderia me trazer um pacotinho… Hmmmm! Comprei duas bases da sugestão: a Make Up For Ever HD Invisible Cover (127 Dark Sand) e a Clinique Even Better Makeup (Golden Neutral).

Quando as bases chegaram, fiz a amostra na mão e quase chorei de ódio: a cor das duas bases é completamente diferente. Fiquei esbravejando no banheiro baixinho. E botei, pra variar, as bases de lado. Mas não durou muito tempo: fui eu lá e botei as bases no rosto. E foram duas grandes surpresas.

Qual é a base 1? Qual é a base 2?  Dica: teoria das cores!
Amostras sob a luz direta e indireta do sol.
Qual é a base 1? Qual é a base 2?
Dica: teoria das cores!

As duas bases serviram cer-ti-nho!

Se você conhecer alguém que vai para os Estados Unidos e onde essa pessoa ficar recebe encomendas: super recomendo o uso do Color IQ para compra de bases.

Hair Brasil: um guia

Esse ano, fui na Hair Brasil bastante empolgada pelo curso de cabeleireiro que estou fazendo. Como sou bem iniciante com produtos de salão de beleza, meu foco era informação: conhecer marcas, produtos e preços. Como comprei ingresso para apenas um dia, o primeiro, resolvi chegar bem cedo e ficar o máximo que conseguisse perambulando pelos estandes. Para resumir: eu esqueci de comer de tanta empolgação! Entrei na feira às 10h, saí às 17h e comi, além do café da manhã em casa, apenas uma salada de fruta, uma garrafa d’água e um picolé. 🙂 Resolvi escrever minha experiência aqui movido por duas paixões: trabalhar no meio da beleza e ser amante do ramo e tentar colocar as diferenças aqui para quem pretende ir na feira o ano que vem.

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Primeiro: a feira é na Expo Center Norte, em São Paulo: o lugar tem 98 mil m². Eu repito: noventa e oito mil metros quadrados. Um campo de futebol tem, mais ou menos, 8 mil m². Faz a conta. A feira é E-N-O-R-M-E. Nada de saltos e roupas desconfortáveis. Lá dentro tem praça de alimentação (com aquele preceenho amygho), banheiro, tudo. Leve dinheiro, cartão de crédito. Não vá despreparada! O que eu mais senti falta foi de ter ido com alguma amiga cabeleireira mais experiente para conversar sobre os produtos tanto entre nós quanto com o pessoal dos estandes. Talvez esta seja minha dica mais importante: não ir sozinha. Eu não fiz um plano sobre como visitar a feira. Eu fui perambulando mesmo. Este é o mapa da feira e o que eu lembro de ter visitado está marcado com um X.

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Segundo: a Hair Brasil faz jus ao nome porque é uma feira voltada 80% para 1) profissionais 2) cabeleireiros 3) que trabalham em/possuem um salão: muitos estandes focados em produtos para salão, seja na parte mobiliária, instrumentos e produtos. Nada que exclua o profissional free-lancer, só que a feira não foca nisso. Se você não quer saber as novidades no que consta sobre o mobiliário de um salão, por exemplo, é só não visitar esta parte da feira. O pessoal que atende nos estandes vão te falar coisas como “você pode usar isso no seu salão”. É só ignorar esse tipo de frase, absorver a informação que te interessa e não dar explicação que você é free-lancer. 🙂

Já os amantes do mundo da beleza podem achar a feira um tanto maçante neste ponto: demonstrações técnicas de uso de produto, técnicas de corte de cabelo, pequenos cursos técnicos de utilização de um determinado produto em estandes. Técnica, técnica, técnica. O pessoal nos estandes também não é assim uma flor de simpatia para te puxar para dentro do estande. Você que toma a iniciativa de catar uma pessoa ali para perguntar sobre os produtos. Tudo isso exatamente pelo foco do evento: é para os profissionais da beleza. Eles quem tem interesse em saber o que há. Eu fiquei louca com a quantidade de marcas que eu não conhecia, com diversos produtos que conheci e com as marcas que eu notei que estão entrando no mercado brasileiro, como a Chi e a Sexy Hair. Voltei com um bazilhão de folhetos para ler, pesquisar e estudar.

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Quantidade de informação que juntei durante um dia de feira

Terceiro: apenas alguns estandes eram exclusivamente de maquiagem. Havia  Catharine Hill, Revlon, First Kiss e uma outra que não consigo lembrar o nome, mas é bem famosa.  A Tigi vai lançar/voltar com a linha de maquiagem, previsão de lançamento para o segundo semestre. O cara que me atendeu foi bem rude e não me deixou mexer em nenhum dos produtos que estavam no demonstrador. Essas foram as que eu parei e fui ver o que havia. Confesso que não fui atrás dos estandes de estética…

Quarto: a grande maioria dos estandes vendem seus produtos com preços inferiores ao mercado. Isso não vale para todos os preços dos produtos, mas é um trunfo que todo mundo aproveita. Algumas das novidades que ainda não estão nas lojas já estão à venda lá. Tinha loja da Ikesaki, Audrey, Santa Clara, diversas dessa lojinhas que vendem maquiagens made in China, bijuteria, sapatos… Dá pra pirar o cabeção facinho!

Quinto: você até consegue amostras. Até. Não vai achando que vai ter amostra de tudo ou vai conseguir um montão de amostras porque não é bem assim. Lembre-se que esse não é o foco da feira. O que seria mais interessante, que são amostras dos kits de escova progressiva (no caso do meu interesse em ir na feira), não há. Os fabricantes não trabalham esse tipo de amostra. O que eles te dizem é para ligar para o distribuidor da marca na sua cidade e marcar uma demonstração. Vai um distribuidor/técnico, faz uma demonstração do produto para você em uma modelo (muito provavelmente arrumada por você) e você, somente assim, descobre se o produto é realmente bom ao primeiro uso. Em longo prazo, somente se você manter contato com a modelo. Um kit de progressiva que dá, em média, para 20 aplicações, está girando por volta dos 350 reais. Faz a conta se você vai pagar tudo isso para descobrir que o produto funciona para apenas poucos tipos de cabelo ou não cumpre tudo o que promete no folheto.

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Quantidade de amostras ganhas em um dia de evento

Sexto (e último ponto!): a feira oferece workshops de maquiagem, podologia, tricologia (esse foi o que mais me interessou) pagos à parte em todos os dias da feira. É só organizar a ida que dá para aproveitar tudo. Além disso, há o Campeonato Hair Brasil. A programação é bem diversificada tanto pela feira quanto pelos micro eventos que cada estande organiza. Com isso, uma guerra de volume acontece lá dentro. :/

Acho que, com isso, você consegue dimensionar quanto tempo quer passar lá se divertindo!